Dos versos que escorregavam dos pensamentos ao coração,
Bailando por entre os dedos e mãos.
Versos nascidos de um olhar, concretizados em letras,
Infindos como as estrelas...
Versos de um sonhar acordado,
Em um mundo tão peculiar e vasto.
Versos sobre o simples que traduz-se como o mais encantador,
versos da vida, e, para vida, uma declaração de amor...
Versos de uma menina na sacada,
Ainda tão pequena, descobrindo e explorando a harmonia das palavras.
Desvendando que o belo é a expressão,
Dos versos que nascem e concretizam-se em poesias, melodias, intenção.
Saudade...
Dos versos da menina, Da menina e seus versos, Dos versos na menina,
Da menina em versos...
Menina que há muito habita
E se expressa em meu ser, Que por vezes adormece, Mas logo renasce e novamente me faz viver.
Abro os meus olhos e mais uma vez me situo no universo em que habito, Uma cortina, os raios adentrando o quarto suavemente, as mesmas fotos na parede lembrando-me de alguns dos melhores momentos vividos até aqui, E então encorajada por todos os sonhos que movem o meu ser, Levanto-me mais uma vez para receber, Desfrutar, perceber e encarar, O dia! suas breves e finitas horas, Horas que tinem em cenários de infinitos detalhes... E então, como quem age automaticamente, repito vários hábitos, Do banho ao laço do sapato (se for o caso). Nem sempre tão calma, Às vezes correndo para cumprir o horário, Afinal, todos temos alguns dias de atrasos. Mas, mediante o reconhecimento de que os dias seguem certa rotina, E de que cabe a cada um, suportar e carregar sua sina, Ressalto eu, em minha humilde e diária reflexão, A importância de mesmo presente se fazer ausente, Burlar os fardos pesados das longas horas de trabalho, Elevar frequentemente os olhos pro alto E admirar a beleza do céu de sempre, sempre diferente, E durante os breves passos ao ar livre, se permitir passear com o vento, E quando enclausurado, continuar em pensamento, Ter uma fuga em si mesmo, Algo parecido com o "Palácio mental" do Sherlock, Ou o castelo de Lara (Yann), Quem sabe o país das Maravilhas, "descoberto ou criado" pela Alice, Ou ainda, o misterioso universo "compartilhado" pelos filósofos e poetas. Devemos redescobrir em nós, a capacidade de se maravilhar com a vida e de se encantar com a simplicidade, Para que, assim como o Rubem, cheguemos a apreciar da sensação de que "certos momentos (de tão belos) por mais efêmeros, justificam toda uma existência". Caso contrário, as horas apenas seguirão sua rotina, E cada um de nós em nossa sina, Até que a cortina se feche bloqueando toda e qualquer luz e beleza.
Os dias que antecedem a data em que se comemora o dia em que nasci, arrebatam-me de mim, transportam-me para o nostálgico quadro de tudo o que vivi e levam-me para a esperançosa "nebulosa" do que ainda está por vir.
E nesses momentos singelos de reflexão, intensifica-me a sensação de que o tempo está a correr, a me moldar, modificar, e "amadurecer/envelhecer". Tempus Fugit (ecoa a voz do Rubem em minha mente), Carpe diem, seize the day, boys. Make your lives extraordinary!! (ouço/vejo o professor John Keating falando intensamente). E de repente sinto-me e vejo-me tão contente, revivendo a constante despedida do viver, este que arrebata-me, encanta-me e despede-se a cada novo entardecer.
Então sigo como quem já descobriu a efemeridade do tempo, e a preciosidade das horas, pois ele corre e não se demora. Abro meus olhos e observo tamanha beleza ao meu redor, vejo a declaração de amor constante que faz o Amigo Criador e alegro-me imensamente por saber que jamais estive só. Tamanho é o encanto da Criação, que dedico-me a admirar, mesmo sem compreender, o esplendor de Seu Coração. E vou percebendo a dádiva do viver, e vivo como quem busca captar o máximo de detalhes, antes do profundo adormecer.
O vento por mim jamais passa desapercebido,
Toca-me o rosto, fecha-me os olhos e arranca-me o riso.
Aprecio o céu desperto, admiro o céu adormecido,
Encanto-me com o céu radiante, e descanso no céu sem brilho.
Acompanho as árvores que dançam ao vento,
A canção dos pássaros e a poesia que despertam em meus pensamentos.
Vejo rostos, histórias em um olhar,
O cuidado expresso em gestos,
E o amor que não precisa de palavras para se mostrar.
Sinto a gota, mergulho no horizonte,
Admiro-me com o detalhe e a imensidão que transportam-me para longe.
Apaixono-me pelos livros,
Os bilhetes e as cartas,
Os poemas, histórias reais e inventadas.
Ouço as notas, viajo com as melodias,
Cresço na canção,
De todas as artes, é ela a música,
Que arrebata por inteiro o meu coração.
Viver é uma dádiva, mas esse sonho é breve, logo passa, vai com o tempo, e este... ah, este tem passos leves... Como escrevera Mário Quintana:
"Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano... "
Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014 Cíntira's Castle
Parece até que caminha,
Nessa aparente calmaria,
Mas, não acredite...
Pois ele Fugit!!
De repente, não mais que de repente,
Escorreu pelos dedos,
Ausente está das mãos,
Deixou lembranças, levou medos, Amadureceu o coração...
Um segundo, um suspiro,
Um minuto, uma imensidão,
Uma hora, um reflexo,
Uma semana, uma distração,
Um mês, uma brevidade,
Um semestre, uma eternidade,
Um ano, uma efemeridade...
E nessa relatividade,
Lá se foi dançando o ponteiro...
Parada frente ao reflexo que dia após dia visualizo no espelho,
Foi então que me veio:
O mundo? ah, o mundo é imensidão,
É vastidão de possibilidades,
São inúmeros seus vales de infindáveis belezas,
E sua complexidade de detalhes...
E nós? nós somos tão pequenos diante do mundo,
Sonhamos por natureza,
Despreparados diante da vida,
Almejamos da imensidão do mundo, a sua leveza.
Na companhia do amigo Criador,
Carregamos um peito que grita a vontade de viver,
De se encantar desvendando os mistérios,
E apenas descansar ao adormecer...
Atentos, colhemos Beleza do sol que se põe,
Logo mais apreciamos as estrelas,
E em silêncio ouvimos a melodia da lua que se expõe...
Somos amigos íntimos do vento,
Ele que brinca com nossos cabelos,
Nos toca a face,
E leva nossos pensamentos...
As constelações se admiram refletidas
No espelho de nossas almas,
E a poesia em nossa presença
Encontrou Casa.
Das matas somos desbravadores,
Da beleza, somos caçadores,
Estamos Atentos, Somos atentos,
Espectadores do espetáculo que faz a vida,
Sujeitos atuantes das cenas mais bonitas,
Somos mesmo passageiros de um tempo que foge,
Mas somos intensos e aproveitamos o dia que corre,
Carpe Diem, meu caro Amigo.
E por fim, confesso-te:
Faz-me bem compartilhar do teu riso.
Hoje acordei distante, pensamento repousava longe...
Levantei sem despertar do sono, sem abandonar o sonho,
E vivi o meu dia à sonhar,
Mas qual era mesmo o sonho?
Não conseguia me lembrar...
Foi um dia feito madrugada adormecida,
Observava de longe a vida,
Em transe, era um não estar em mim,
Estava ao vento, junto ao pensamento,
Por aí...
E refugiei-me em um canto alto de minha Cidade,
Sentei em um banco e apenas senti o fim de tarde,
Fim Alegre, claro, azul, bege.
E por fim: Breve.
E foi ali, ao sol de um entardecer
Que meu pensamento me encontrou,
E o vento o deixou para apenas passar por mim,
Brincando, tocando a face,
Me deixando ligeiramente feliz,
Intensamente em mim.
Agora sentia tudo tão próximo e aconchegado
Meus olhos detalhistas captavam tudo,
Do azul ao dourado.
E eu, eu me senti grata por viver,
Senti a paz de estar em Par com o Criador.
E tudo continuou Belo e Breve.
Leve.
-Cíntira's Castle e o Amigo Criador- Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014.
Simplesmente se tornam tão bonitas enquanto as conhecemos, Porque o diálogo e o riso nos envolvem, E então, as características físicas se tornam plano de fundo Da dança das palavras e do solo do riso...
Estou
trilhando um caminho, uma estrada retilínea abraçada pelo verde, enfeitada
pelas folhas ao vento, banhada pelo
azul, recostada no peito do tempo, adorada em meu pensamento...
Carregando comigo o desejo de admirar as luzes do norte, correr pelos campos irlandeses,
me banhar nos rios do congo, pular nas cachoeiras de Madagascar, apreciar o
vento frio de Nantes ou Amsterdã, ver o sol se pôr quantas vezes ele me deixar,
um dia no Capão, outro na Arizona, e um terceiro em Navagio Beach, me cansar subindo as escadas do Machu Picchu,
e sempre continuar seguindo... Em frente, em conhecer, em tudo O perceber, e de
repente, me reconhecer.
Tendo
a luz e o vento como combustível e a simplicidade como lar, preciso ir, ainda que
não consiga me encontrar... Fisicamente claro, porque interiormente estou em paz, em
par com Deus.
Segunda-Feira, 26 de Agosto de 2013.
Song: Such is the passage of time too fast to fold and suddenly swallowed by signs Low and behold-Eddie Vedder. ♪
Que mistério é esse que leva o vento? Que mistério é esse que o vento traz? Tocando a face suavemente, levando os cabelos para trás. Que doçura Vento... essa tua dança com as folhas, Que liberdade Vento... não possuis Fôrmas, Que perspicácia Vento... aos olhos dás tua ausência, E ao coração fazes cativo de tua presença. Não és tu grande condutor de arte, Que levas a beleza da canção à toda parte? Até ouvi dizer que a poesia também brinca em tua ciranda, E que o voo nasce em tua dança. Ah sim, e a tua espontaneidade que traz o fechar dos olhos E o surgir dos sorrisos em tantas faces, Tua Meninice que carrega as roupas do varal, Tua sapequice que leva as folhas soltas no quintal, Tamanha é a tua beleza... Essa, expressa em pura leveza... Costumo perceber-te como o elo do Criador com a sua criação, A forma mais bela de dizer bom dia, de dar um abraço sereno, De conduzir em alegria, o coração... Haveria outro que nos aproximasse tanto assim? Afinal, estás agora ao redor de mim... Não posso evitar o fechar dos olhos e o expressar de um riso Ao sentir a tua doce, tão doce presença... Elo de vida... Sim, pura brisa!
Este frio me congela a alma lentamente A começar por minhas mãos, E o meu semblante se vai Mirando esta xícara de café Fonte do único calor que sinto, Lá fora os carros percorrem as ruas Ruas da cidade que reluz, E no alto da avenida Posso ver meu apartamento Escuro e frio, Onde passo madrugadas longas Com um livro, Pintando uma tela E automaticamente Debruçando em uma das janelas... Quanto ao piano no canto da sala, Sinto seu abandono Fiz do silêncio minha sinfonia... Mas, aqui nessa cafeteria Ainda soa ópera
Em um rádio sintonizado, E da rua... O som dos carros, Enquanto apenas aprecio Mais uma xícara de café. Cíntira's Castle - Vivendo uma tela de Edward Hooper O poder de imaginar é mesmo um presente da vida.
Se pararmos para olhar o circo da teologia da prosperidade e a igreja na mídia em sua pior face, choraremos junto ao Criador. Temos que admitir que é triste o que vemos por aí, e se nos deixarmos envolver perderemos a fé, a simplicidade, a beleza, a pureza, o amor, tudo de belo que o Criador em nós cativou.
A reputação da instituição igreja não vai bem, mas Ele não mudou, jamais mudará, será sempre Deus, Lindo, Puro, Simples, Fascinante, Encantador, Um Amigo e Pai cheio de Amor, sendo sempre o caminho à trilharmos, a verdade na qual acreditarmos e a vida para ser vivida da melhor forma. Nenhum escândalo fruto de erros humanos poderá apagar este amor, o seu sacrifício, a sua caminhada de perfeição, o seu ato mais genuíno: seu perdão!!
Eu conheci um Amigo Deus, um Pai fascinante que me acordava com sorrisos pela manhã e me guiava com sua doce voz nos dias melhores que já pude viver. Conheci um Deus que me falou da importância do ser e da irrelevância do ter.
Quanto mais o conheci mais me encantei e me apaixonei, levando horas na madrugada a dentro, lendo os evangelhos e vendo o Ser Simplicidade: Jesus, tão desprendido das coisas materiais, da fama, status, poderes desse nosso mundo, tão forte e convicto em sua fé e na sua Missão dada a Ele pelo Pai. Rodeado também de crentes de todas as espécies, hipócritas, interesseiros, corruptos que vendiam no templo, que faziam suas coisas sujas em nome de Deus, mas Ele sabia de sua missão, seu propósito e Do imenso Amor do Pai para com Ele e Dele para com o Pai, nada parou os seus pés cansados. Sofreu injúrias, reprovações humanas, traições de amigos íntimos, e nada foi capaz de para-lo ou desanimá-lo porque Ele aspirava algo maior, se movia por um Amor Maior.
E voltando à nós seguidores dessa Verdade em tempos tão difíceis, onde o evangelho cresce infelizmente muitas vezes de maneira errada, com palavras distorcidas por pessoas e suas conveniências, nos cabe apenas algo: Lembrar dos pés Apaixonados de Jesus, que por nada, por dor nenhuma , pararam de caminhar. Podemos ainda lembrar de Estevão, Pedro, Paulo, Thiago, Enoque, Davi, Abraão, Moisés e tantos outros que jamais deixaram de acreditar. Tendo em mente que a diferença é vista nos frutos, nas atitudes, no resultado de Um amor sem limites, um amor que acredita e persiste até o fim, porque quando um apaixonado fala, canta, baila, instrui, passa, sorri, abraça, o Espírito Santo sopra sua vida que toca, transforma e convence, a nós cabe apenas o Ato Divino e maravilhoso de Amar.
Amar a Deus acima de todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos!
Porque quem ama, segue os passos do amado da melhor forma possível. E não é a toa que levamos o nome de Cristãos: Seguidores de Cristo.
Um quadro belo em cores, brilhos e harmonia,
transmite a mim, simplicidades.
Simplicidade, transmite a mim, verdades.
Verdade, Transmite a mim, eternidades.
Eternidade...
Tudo que é belo, sereno, sincero, faz-se terno, eterno!!
Nunca olhei superficialmente, a simplicidade de alguma forma sempre encontrou caminho até minha mente, realizando um pensar, refletir, analisar, e quantas e quantas vezes: um encantar!!
E nessa vida de cores, cenários, belezas, horrores, detalhes, essa vida de todo tipo de imagem se apresentando diante de minhas janelas, cresci à desfrutar de um mundo novo!
O mundo expresso nas entrelinhas, nas emoções, na profundidade, nas sensações.
Porque Há um mundo novo no horizonte "fixo" que parece nunca se mover,
Há um mundo novo na chuva que cai sobre as folhas, que mancha as janelas, que ecoa no fim de tarde, que banha a terra,
Há um mundo novo no pássaro que voa em meio aos prédios de uma urbanização,
Há um mundo novo nas letras, melodias, notas, expressões de uma canção,
Há um mundo no sol que chega, no sol que se põe,
Há um mundo novo na noite que se vai, na noite que se expõe,
Há um mundo novo na amizade que nasce, na vida que reparte,
Há um mundo novo na rotina que se modifica sem que possamos perceber,
Há um mundo novo quando despretensiosamente sorrimos sem perceber,
Há um mundo novo quando encharcamos o travesseiro no choro de um amadurecer,
Há um mundo novo ao pular nas águas de uma cachoeira,
Há um mundo novo na essência simples de uma caminhada verdadeira,
Há um mundo novo agora diante de você,
Há um mundo novo em cada palavra a se escrever,
Há um mundo novo no abraço que nos espera logo mais,
Há um mundo novo que faz do simples, demais!!
Há um mundo novo na criança que cai, que dança, que se levanta e se distrai,
Há um mundo novo em tudo que parece " envelhecer ",
Há um mundo novo no que os nossos olhos já se acostumaram a ver...
São as coisas corriqueiras que embelezam as surpreendentes,
Porque a vida se renova diariamente, aqui à nossa frente.
' Sonhei que voava alto em um céu azul, em meio as muitas nuvens, voava em direção ao lugar mais lindo que me recordo de ter visto, em direção ao chão que levava sobre si uma verde e bela grama, um riacho azul, umas arvores, umas flores, uma casinha distinta camuflada em meio a tanta beleza, uma casinha que possuía enorme leveza...
Sonhei que ouvia a canção mais linda, que só poderia ter nascido em um sonho.
O som que entoava a liberdade, o prazer em viver, ah, a felicidade de um coração que habitava naquela simplicidade...
E quando eu que já havia pousado ao chão, deixei me envolver e viajar nas notas da canção, deitando na grama mais macia para viver aquele sonho real.
Dando cordas a imaginação, imaginando um caráter, um riso, uma personalidade para o dono do lindo dom, que entoava aquele delicado som!
' Na naturalidade da cumplicidade nos olhos que se olham sem perceber o mundo ao redor '
' Na espontaneidade da sinceridade no riso gostoso que suspira um viver que não é só '
' Na ternura do abrigo no abraço que afaga e cuida o amigo '
' Na simplicidade da satisfação que não exige motivo aparente, aquela preciosa que apenas se sente '
' Na surpresa que demonstra as horas de um arquitetar, fruto de lembrar, (pensar) '
' Na leveza da pureza em desejar uma companhia eternamente pra si '
' Na atenção em maior quantidade, que expressa uma verdade: Este alguém te faz sorri '
' Na disponibilidade de um tempo extraído em meio a mil contratempos, para cultivar Certo sentimento '
' Na força que decidiu vencer as dificuldades '
' No respeito que evitou o desgaste '
' Na dor realmente sentida que chora querendo voltar no tempo e certas palavras evitar '
' No acreditar que gera vida, um cuidar '
' Eu vi o amor que brotou naturalmente e encontrou lar...
' Nocoração que decidiu o regar '
' Eu vi também, muitos sentimentos que usurparam seu nome e seu lugar, tão distantes da essência de um verdadeiro Amar...Sentimentos passageiros, órfãos e sem lar.
A leveza, a paz, o sorriso, a pureza, A persistência, a força, a coragem, a paciência, A razão, o sentido, o amor, um coração! Nem sempre é fácil continuar, Porque às vezes a força parece se findar, Alguns dias não estamos sensíveis a beleza da vida ao nosso redor, E por mais que o amigo se sente ao nosso lado, Nos sentimos sós! Porque nem sempre somos quem desejamos ser, Às vezes fazemos tudo que contraria o nosso querer, Às vezes damos um passo e passamos de ajudador à quem precisa ser ajudado! Porque? - Porque estamos no caminho do viver, Continuamente nos levantando para dar nossos primeiros Passos. E na Fraqueza da eterna criança que somos, se apresenta o Amigo Criador! Com a força: Seu amor.. . Nem sempre encontramos em nós motivo pra que Ele nos ame assim tão profundamente, assim tão lindamente, e ainda assim: Ele nos Ama!! ~ Cíntira's Castle e o Amigo Criador ~
Desculpe-me, mas eu tenho um lugar só meu onde passo um tempo às vezes para descansar;
Neste lugar os meus sonhos tornam-se realizáveis, minhas metas alcançáveis e toca a canção que eu desejar.
Não temo o tempo que passa depressa ou a gravidade tentando me alcançar!
Sim, eu tenho um lugar aonde vou às vezes para imaginar.
Um lugarzinho verde, outras vezes azul, onde tem uma pequena casa com uma ventilada varanda que se vê do final da estrada que estou à caminhar.
Tem árvores e de tudo que eu quiser plantar.
Neste mundo colorido, de uma tarde de outono, outrora de inverno ou de primavera, ou quem sabe verão.
A minha terra do nunca, meu mundo perdido, meu paraíso, meu imenso universo, dentro de um pequenino coração.
Onde sou um doce poema, uma delicada canção!
O sol de uma tarde, uma agradável composição.
Nele sou o que penso ... O que desejo ... Tenho um tempo:
O meu tempo!
' Cíntira's Castle .
( Cíntira Rodrigues )
" As tempestades "
"Há algo agradável nas tempestades que interrompem a rotina. A neve ou a chuva gélida nos liberam subitamente das expectativas, das exigências, de resultados e da tirania de compromissos e dos horários. Ao contrário da doença, esta é uma experiência mais coletiva do que individual"